A circulação da esporotricose em Santa Catarina tem chamado a atenção das autoridades de saúde. Somente em 2026, quatro pessoas foram diagnosticadas com a doença no estado, enquanto 37 animais tiveram a infecção confirmada.
A esporotricose é causada por um fungo que acomete principalmente os gatos, podendo provocar lesões na pele, especialmente na região do focinho, orelhas, patas e cabeça. Quando o animal está contaminado, a transmissão para seres humanos pode ocorrer por meio de arranhões, mordidas ou até mesmo pelo contato direto com as feridas.
Especialistas orientam que os tutores fiquem atentos a qualquer machucado que demore para cicatrizar ou apresente aspecto incomum em seus animais de estimação. Ao identificar sinais suspeitos, a recomendação é procurar atendimento veterinário o mais rápido possível para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.
Os cuidados também devem ser redobrados ao manusear gatos com suspeita da doença. O uso de luvas e a prevenção do contato direto com as lesões ajudam a reduzir o risco de contágio. Caso uma pessoa seja arranhada, mordida ou apresente sintomas após o contato com um animal infectado, é importante buscar avaliação médica.
A vigilância em saúde de Santa Catarina segue acompanhando os casos e reforça a importância da conscientização da população para evitar a propagação da esporotricose, protegendo tanto os animais quanto as pessoas.







































