Nesta quarta-feira, 27/05/26 a secretária de Saúde e primeira-dama de Forquilhinha, Cléu Cavassini, utilizou suas redes sociais para denunciar que vem sendo vítima de perseguição, intimidações e violência de gênero por parte de um morador do município.
Em seu relato, Cléu afirmou que os episódios começaram ainda no período em que comandava a Secretaria de Assistência Social e Habitação de Forquilhinha, no ano passado, e que os ataques se tornaram cada vez mais frequentes e agressivos, tanto presencialmente quanto pelas redes sociais.
Segundo a secretária, o indivíduo passou a frequentar os locais onde ela trabalhava, promovendo intimidações, perseguições e constrangimentos contra servidores públicos e membros de sua equipe.
“Em diversos momentos, senti meu direito de ir e vir ameaçado, além de viver situações que colocaram em risco minha integridade física e emocional”, relatou.
Cléu destacou ainda que, após assumir a Secretaria de Saúde, os ataques passaram imediatamente a ser direcionados à nova pasta, mantendo o mesmo padrão de perseguição e intimidação.
“Os ataques à antiga secretaria cessaram após minha saída do cargo, evidenciando que o alvo sempre fui eu”, afirmou.
A secretária também revelou que, em algumas ocasiões, o homem esteve dentro da sede da Secretaria de Saúde causando tumultos, gravando servidores sem autorização e promovendo discussões envolvendo seu nome, mesmo na sua ausência.
Diante da situação, a equipe precisou acionar a Polícia Militar, que atuou para conter os transtornos. Durante o pronunciamento, Cléu reforçou que a violência contra a mulher vai além da agressão física, incluindo também violência psicológica, moral, institucional e perseguição de gênero.
Ela destacou ainda que a Lei Maria da Penha garante proteção às mulheres contra diferentes formas de violência, como ameaças, constrangimentos, exposição pública e intimidações direcionadas a mulheres em posições de liderança.
“Não me calei. E não me calarei”, declarou.
A secretária afirmou que decidiu tornar o caso público não apenas por si, mas também como forma de incentivar outras mulheres a denunciarem situações semelhantes e não aceitarem qualquer tipo de intimidação ou perseguição.
Cléu informou ainda que o caso já está sendo acompanhado pela Justiça e agradeceu às forças policiais de Forquilhinha e ao Poder Judiciário pela atuação diante dos fatos. “Violência contra a mulher não pode ser normalizada. Não se cale. Denuncie”, finalizou.








































