A Casa de Acolhimento para mulheres vítimas de violência recebeu, nesta terça-feira 18/08/26, a visita do promotor Samuel Dal Farra Naspolini, titular da 12ª Promotoria de Justiça de Criciúma, e da delegada Ana Eliza Vargas de Souza, titular da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI). O objetivo foi apresentar às autoridades da rede de proteção a estrutura e o funcionamento do serviço, que se destaca como pioneiro na região Sul de Santa Catarina.
O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, e o vice-prefeito Salésio Lima acompanharam a visita das autoridades. “A Casa de Acolhimento representa um avanço muito importante para Criciúma e, principalmente, para as mulheres que precisam de proteção para recomeçar. Sabemos que chegar até aqui não foi simples, mas hoje temos um espaço preparado, com profissionais comprometidos e uma rede de proteção atuando para que essas mulheres tenham a oportunidade de reconstruir suas vidas”, ressaltou o prefeito.
Durante a visita, o promotor e a delegada conheceram os cômodos da residência, a equipe responsável pelo atendimento e os serviços oferecidos às mulheres e seus dependentes. As autoridades aprovaram a estrutura e parabenizaram o Município pela iniciativa, destacando a qualidade do atendimento, a localização da unidade e a importância de contar com um espaço preparado para oferecer proteção e suporte integral às vítimas.
Para o promotor, a implantação da Casa de Acolhimento representa uma conquista para Criciúma e para toda a região. “O compromisso coletivo foi atendido de forma extremamente eficiente. Para nós, é motivo de muita satisfação ver esse serviço funcionando com qualidade e oferecendo às mulheres o atendimento que sempre acreditamos ser fundamental”, afirmou Naspolini.
A secretária de Assistência Social de Criciúma, Dudi Sônego, destacou que a casa foi planejada para oferecer mais do que um espaço físico seguro às mulheres.
“Ficamos muito felizes com esse reconhecimento das autoridades. É um espaço preparado para acolher as mulheres, com uma estrutura completa e uma equipe capacitada para acompanhar cada uma delas. É uma conquista histórica para Criciúma e para toda a região Sul, que representa proteção e, acima de tudo, uma oportunidade de reconstruir a vida”, disse.
Recomeço com suporte integral
Desde a abertura do serviço municipal, em 27 de julho, a Casa de Acolhimento já atendeu quatro mulheres vítimas de violência e quatro crianças dependentes. A iniciativa oferece um novo recomeço com suporte integral para que todas possam reconstruir suas vidas com autonomia e segurança.
O abrigo possui capacidade para 20 pessoas e conta com uma equipe técnica preparada para acolher e prestar encaminhamento para serviços de saúde, educação e inserção no mercado de trabalho. A estrutura também oferece espaço para convivência, quartos, cozinha, lavanderia e demais ambientes necessários para garantir privacidade, segurança e condições adequadas durante o período de acolhimento.
A Casa de Acolhimento integra a rede de proteção às mulheres vítimas de violência e funciona de forma articulada com os demais serviços públicos, garantindo que cada mulher receba acompanhamento de acordo com suas necessidades e possa construir, com segurança, os próximos passos para sua vida.







































